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	<title>Faculdade de Educação Teológica de São Paulo</title>
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	<description>Seja bem-vindo a maior Faculdade Teológica do Brasil, cursos à distância para todo o Brasil e exterior. Bacharelado, Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado.</description>
	<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 23:16:31 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Confirmação de Matrícula!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 21:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Faculdade Teologica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Todos os cursos]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos a sua Ficha de Matrícula!
Seja Bem Vindo(a) a Faculdade de Educação Teológica de São Paulo!
Neste exato momento estamos lhe enviando um e-mail de confirmação de matrícula. Caso não receba o mesmo, verifique se o seu e-mail possui caixa de SPAM e/ou verifique sua pasta *Lixo Eletrônico* ou EM MASSA. Por se tratar de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="style10" align="left"><strong>Recebemos a sua Ficha de Matrícula!</strong></p>
<p class="style11" align="justify">Seja Bem Vindo(a) a Faculdade de Educação Teológica de São Paulo!</p>
<p class="style11" align="justify">Neste exato momento estamos lhe enviando um e-mail de confirmação de matrícula. Caso não receba o mesmo, verifique se o seu e-mail possui caixa de SPAM e/ou verifique sua pasta *Lixo Eletrônico* ou EM MASSA. Por se tratar de um contato preliminar nossa mensagem pode ser considerada SPAM por seu provedor de e-mail. Não esqueça de nos cadastrar como contato válido.</p>
<p class="style11" align="justify">Sabemos que a escolha de uma faculdade é uma opção do aluno, por isso agradecemos a sua preferência.</p>
<p class="style11" align="justify">Atenciosamente,<br />
<strong>Isabelly Ferreira<br />
</strong>Diretora do Departamento Acadêmico</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Contrato</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 21:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Faculdade Teologica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Todos os cursos]]></category>

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		<description><![CDATA[CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS VIA INTERNET
Pelo presente instrumento particular, de um lado a Contratada FIC SERVIÇOS EDUCACIONAIS Ltda., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ 38.854.006/0001-07, localizada na Internet no endereço eletrônico: www.faculdadeteologica.com.br, e com escritório de contato na Avenida Paulista, 777, 15º andar, Bela Vista, São Paulo/S.P. doravante chamada pelo nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS VIA INTERNET</h2>
<p>Pelo presente instrumento particular, de um lado a Contratada FIC SERVIÇOS EDUCACIONAIS Ltda., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ 38.854.006/0001-07, localizada na Internet no endereço eletrônico: <a href="http://www.faculdadeteologica.com.br">www.faculdadeteologica.com.br</a>, e com escritório de contato na Avenida Paulista, 777, 15º andar, Bela Vista, São Paulo/S.P. doravante chamada pelo nome fantasia &#8220;Faculdade Teológica&#8221; representada pelo Reitor Rev. Prof. Dr. Lawton Ferreira, brasileiro, casado, teólogo, portador do CPF nº 076.575.596-32, residente e domiciliado nesta cidade de São Paulo-SP; e de outro lado doravante chamado de USUÁRIO, portador dos documentos informados e devidamente cadastrados em nosso banco de dados, têm entre si justo e acordado o presente Contrato de Prestação de Serviços Educacionais Via Internet, mediante as seguintes cláusulas e condições:</p>
<p><strong>1. DO OBJETO E DA NATUREZA DA PRESTAÇÃO</strong></p>
<p>A Faculdade Teológica disponibilizará ao usuário o acesso através da Internet ao(s) conteúdo(s) do(s) curso(s) online em questão. Neste período o curso pode ser acessado 24 horas por dia, 7 dias por semana - salvo caso fortuito ou motivo de força maior.</p>
<p>1.1. As disposições do presente contrato regulam as seis modalidades de planos de serviço com valores diferenciados, devendo o USUÁRIO optar no site, no momento da contratação pelos serviços de cursos online:</p>
<p>a) ÁREA GRADUAÇÃO:<br />
- Carga horária variando entre 1800 a 3600 horas.<br />
- Apostila eletrônica em formato PDF (adobe reader) e entregue no e-mail informado na matrícula.<br />
- Diploma e histórico escolar impresso e homologado entregue ao término do curso para todos os alunos.</p>
<p>b) ÁREA PÓS-GRADUAÇÃO/MESTRADO:<br />
- Carga horária equivalente a 1080 horas.<br />
- Apostila eletrônica em formato PDF (adobe reader) e entregue no e-mail informado na matrícula.<br />
- Diploma e histórico escolar impresso e homologado entregue ao término do curso para todos os alunos.</p>
<p>c) ÁREA PÓS-GRADUAÇÃO/DOUTORADO:<br />
- Carga horária equivalente a 1080 horas.<br />
- Apostila eletrônica em formato PDF (adobe reader) e entregue no e-mail informado na matrícula.<br />
- Diploma e histórico escolar impresso e homologado entregue ao término do curso para todos os alunos.</p>
<p>d) ÁREA PÓS-GRADUAÇÃO/PÓS-DOUTORADO:<br />
- Carga horária equivalente a 1080 horas.<br />
- Apostila eletrônica em formato PDF (adobe reader) e entregue no e-mail informado na matrícula.<br />
- Diploma e histórico escolar impresso e homologado entregue ao término do curso para todos os alunos.</p>
<p>e) ÁREA TÍTULOS HONORÍFICOS/DOUTORADO HONORIS CAUSA:<br />
- Sem Carga horária definida.<br />
- Sem Apostila eletrônica ou material didático.<br />
- Diploma e histórico escolar impresso e homologado entregue ao término do curso para todos os alunos.</p>
<p>f) ÁREA FORMAÇÃO:<br />
- Carga horária equivalente a 1080 horas.<br />
- Apostila eletrônica em formato PDF (adobe reader) e entregue no e-mail informado na matrícula.<br />
- Diploma e histórico escolar impresso e homologado entregue ao término do curso para todos os alunos.</p>
<p>1.1.1. Para tanto, uma vez contrato a aquisição das apostilas eletrônica em formato PDF (adobe reader) com o conteúdo dos cursos das àreas citadas acima, ela será enviada após a confirmação da efetivação do pagamento para o e-mail informado pelo USUÁRIO no momento da contratação dos serviços.</p>
<p><strong>2. DOS DIREITOS E DEVERES DA CONTRATADA</strong></p>
<p>2.1 A Faculdade Teológica se exime de qualquer responsabilidade quanto à indisponibilidade gerada por problemas do responsável pela conexão do site à rede da Internet.</p>
<p>2.2 A Faculdade Teológica se reserva o direito de efetuar eventuais manutenções em seus sistemas, visando melhoria na qualidade do serviço prestado.</p>
<p><strong>3. DEVERES E DIREITOS DO CONTRATANTE</strong></p>
<p>3.1. O USUÁRIO deverá providenciar, por conta própria, o acesso à rede mundial de computadores (Internet).</p>
<p><strong>4. DAS CONDIÇÕES</strong></p>
<p>4.1. As cláusulas apresentadas no presente contrato estarão aceitas a partir do momento em que o USUÁRIO der sua concordância, clicando o botão &#8220;Enviar Ficha de Matrícula&#8221;.</p>
<p><strong>5. DO PAGAMENTO</strong></p>
<p>5.1. Todos os pagamentos à Faculdade Teológica devem ser efetuados sempre nas seguintes contas:<br />
Banco: BANCO DO BRASIL<br />
Agência: 1830-9<br />
Conta Corrente: 19.900-1<br />
Titular: Lawton Ferreira (reitor e presidente da FATE-SP).</p>
<p>Banco: BRADESCO - BANCO POSTAL - CORREIOS<br />
Agência: 2398-1<br />
Conta Corrente: 0520683-9<br />
Titular: Rejane Maia Ferreira (Tesoureira).</p>
<p>Banco: CAIXA ECONOMICA FEDERAL - LOTÉRICAS<br />
Agência: 1578<br />
Conta: 00006120-2<br />
Operação: 013<br />
Titular: Rejane Maia Ferreira (Tesoureira).</p>
<p>5.2. Havendo quaisquer impedimentos ao não cumprimento ou inadimplência do presente contrato por motivo de responsabilidade do USUÁRIO, a Faculdade Teológica reserva-se ao direito de suspender os serviços previstos neste contrato e obriga-se a avisar ao USUÁRIO para que o mesmo proceda a regularização da pendência.</p>
<p><strong>FIC SERVIÇOS EDUCACIONAIS LTDA.</strong><br />
CNPJ n.º 038.854.006/0001-07</p>
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		<title>SALVAÇÃO ECONÔMICA</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 19:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Faculdade Teologica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
Pelas Escrituras, Jesus Cristo tem sido nossa salvação em cada área das nossas vidas. A palavra grega usada para salvação - soteria e sozo - faz claro que nossa redenção não somente provê as promessas das alegrias eternas no céu, mas também tem aplicações temporais, tais como cura, libertação e prosperidade. Isaías 12.3, diz: &#8220;Vós, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong></p>
<p align="center"> </p>
<p>Pelas Escrituras, Jesus Cristo tem sido nossa salvação em cada área das nossas vidas. A palavra grega usada para salvação - soteria e sozo - faz claro que nossa redenção não somente provê as promessas das alegrias eternas no céu, mas também tem aplicações temporais, tais como cura, libertação e prosperidade. Isaías 12.3, diz: &#8220;Vós, com alegria, tirareis águas das fontes da salvação&#8221; e o Espírito Santo está presentemente nos ensinando como usar na terra os privilégios de tirar de todas as fontes de salvação, incluindo o poço da salvação econômica. - O termo &#8220;fontes&#8221; = plural - todas nossas necessidades.</p>
<ul>
<li>1. Gálatas 3.13-14 - De que Cristo nos resgatou?</li>
<li>2. Através de Sua obra redentiva na cruz, Jesus Cristo fez um novo e um melhor conceito, aliança conosco, melhor do que o com Israel - Hebreus 8.6, mostra-nos que todas promessas de Deus são para nós, em Cristo.</li>
<li>3. Deuteronômio 8.18 - Nesta promessa da aliança, o que Deus nos dá?</li>
<li>4. Jesus se fez maldição por nós para que pudéssemos ser participantes de todas as bênçãos de Deus. Desde que a maldição da lei foi removida, é importante vermos o que era maldição e o que é bênção. Usando Deuteronômio 28 como texto, vamos ver o que é bênção e o que é maldição (29, 38, 11, 12, 59, 20, 13).</li>
<li>5. Deuteronômio 28.47 - Nós devemos servir ao Senhor com alegria em razão da abundancia de tudo - II Coríntios 8.9.</li>
<li>6. A palavra de Deus para Abraão em Gênesis 12.1-3 foi: &#8220;Ora, disse o Senhor a Abraão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.&#8221; - II Coríntios 9.8 ensina-nos que Deus nos deu toda suficiência em todas as coisas por qual razão?</li>
<li>7. Jesus disse que sempre teríamos os pobres conosco - mas o pobre não precisa passar necessidades - o conceito de prosperidade = ausência de necessidade - Atos 2.45; Provérbios 19.17; Salmos 122.6.</li>
<li>8. Sobre dívidas - Romanos 13.8.</li>
<li>9. A Bíblia ensina claramente sobre o dízimo - Malaquias 3.8-11.</li>
<li>a) Se deixarmos de entregar o dízimo, de quem roubamos?</li>
<li>b) O que cairá sobre nós?</li>
<li>c) Quando dizimamos fielmente, o que nos será providenciado? (v. 10)</li>
<li>d) Qual é a vontade de Deus para Satanás, o devorador? (v. 11).</li>
<li>10. Durante tempos difíceis, o que devemos fazer? Habacuque 3.17-18; Provérbios 13.22; Deuteronômio 30.19.</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Perigo das riquezas terrenas</p>
<p>Deuteronômio 8.13-14; Salmos 62.10; Provérbios 28.20; Mateus 19.23; Marcos 4.19; I Timóteo 6.9; Provérbios 30.8-9; I Timóteo 6.17; I Timóteo 6.7.</p>
<p> </p>
<p>Riquezas espirituais - Permanentes</p>
<p>Provérbios 8.18; Provérbios 10.22; Provérbios 13.7; Efésios 1.18; Hebreus 11.26; Efésios 3.8; Tiago 2.5.</p>
<p> </p>
<p>Investimentos espirituais                                      </p>
<p>Mateus 6.20; Mateus 19.21; Lucas 12.33; Filipenses 3.8; I Timóteo 6.19.</p>
<p> </p>
<p>Advertência</p>
<p>Mateus 16.26; Lucas 21.34; Colossenses 3.2; Eclesiastes 5.10.</p>
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		<title>Jesus Começa A Se Despedir</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 19:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Faculdade Teologica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>

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		<description><![CDATA[
Havia em Jerusalém uma casa de dois andares. No andar de cima havia uma sala boa para descansar, para orar e para hospedar pessoas importantes. O dono dessa casa emprestou a sala do andar de cima para Jesus comemorar ali a festa da Páscoa com os doze apóstolos. A sala que Jesus conseguiu era grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong></p>
<p>Havia em Jerusalém uma casa de dois andares. No andar de cima havia uma sala boa para descansar, para orar e para hospedar pessoas importantes. O dono dessa casa emprestou a sala do andar de cima para Jesus comemorar ali a festa da Páscoa com os doze apóstolos. A sala que Jesus conseguiu era grande e nela havia mesa e outros móveis. Quem preparou a refeição e arrumou tudo foram Pedro e João. A reunião começou à tardinha, depois de escurecer. O programa da reunião foi livre e demorado. Primeiro Jesus fez questão de lavar os pés de todos os doze apóstolos. Geralmente quem fazia isso era a pessoa menos importante do grupo. Mas Jesus, o mais importante, tomou a dianteira e fez isso. Enquanto comiam a carne do cordeiro e o pão sem fermento, Jesus falou muitas coisas com os apóstolos. Ele fez também uma longa oração em favor deles. Estava se despedindo, pois no dia seguinte haveria de morrer. Durante a reunião, Jesus deu aos apóstolos um novo mandamento e uma nova festa. O novo mandamento era amar uns aos outros de tal modo que não houvesse entre eles vontade de aparecer, inveja, ciúme, nem brigas. A nova festa era a mudança da comemoração: em vez de lembrar a libertação do Egito, eles deveriam lembrar a libertação do pecado. Nessa noite, Jesus contou um segredo que ninguém sabia, exceto Judas. Ele foi falando aos poucos para não assustar demais os apóstolos. Primeiro, Ele deu a triste notícia de que no meio deles havia um traidor. Ninguém desconfiava de ninguém. Então, Jesus revelou que o traidor era aquele a quem Ele daria um pedaço de pão passado no molho. Todos ficaram atentos e viram quando Ele deu o pão a Judas. Outra nota triste da reunião foi o aviso de Jesus de que naquela noite Ele seria abandonado por todos. Pedro tomou a palavra e disse que os outros poderiam fazer isso, mas ele seguiria Jesus até a prisão ou até a morte. Lá pelas tantas, a reunião terminou e todos cantaram os Salmos 115 a 118. A essa altura, Judas já havia saído da sala para buscar os soldados. Jesus e os onze apóstolos foram para o Jardim do Getsêmani. (João 13:1-38).</p>
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		<item>
		<title>COMO CUIDAR DE UM DECIDIDO</title>
		<link>http://www.faculdadeteologica.com.br/como-cuidar-de-um-decidido/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 19:08:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Faculdade Teologica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fazer do discípulo um filho
A consolidação nos leva a maturidade no discipulado, ou seja, gerar filhos para Deus e assumirmos os nossos filhos que foram gerados por fé. Jesus sempre nos chama de filhinhos (Jo 13:33; I Jo 2:12). Essa não é apenas uma forma carinhosa, é uma atitude de quem assume a identidade paternal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong></strong></p>
<p align="center"><strong>Fazer do discípulo um filho</strong></p>
<p>A consolidação nos leva a maturidade no discipulado, ou seja, gerar filhos para Deus e assumirmos os nossos filhos que foram gerados por fé. Jesus sempre nos chama de filhinhos (Jo 13:33; I Jo 2:12). Essa não é apenas uma forma carinhosa, é uma atitude de quem assume a identidade paternal. Estamos gerando filhos para Deus, porém nesse processo os nossos discípulos nos vêem como referência e devemos ministrar-lhes respeitosamente o amor de Deus. Os nossos discípulos são como filhos.</p>
<p>Permita-me fazer um comentário. Quando um discípulo ou mesmo uma ovelha ou um membro de igreja me chamava de pai, eu ficava constrangido. Devido os ensinos humanistas que eu havia absorvido, psicologicamente falando, algo me bloqueava quando um deles me chamava de pai, pois alguns eram bem mais velhos do que eu, e eu me questionava: como pode uma pessoa com essa idade, com essa posição social, com uma preparação intelectual tão aprimorada me chamar de pai?! Era uma confusão interior. Tudo isso era devido à falta de doutrina nessa área e da ausência do discipulado. Hoje, compreendendo que a consolidação gera discípulos e pais espirituais.</p>
<p> É um privilégio ser pai de nações e ter filhos das entranhas do próprio Deus. Somos ministrados a repensar os nossos conceitos. Gere filhos,  chame-os de filhos e eles lhe chamarão de pai.</p>
<p>Tudo isso é uma conquista consolidadora, pois nem mesmo em algumas casas os filhos se sentem parte da família, nem tão pouco alguns pais assumem a sua verdadeira identidade no acompanhamento integral dos seus filhos, pois não foram consolidados no passado.</p>
<p>Na Visão, a consolidação nos entregará discípulos que sejam verdadeiramente filhos espirituais e que com alegria nos chamam de pai devido a uma conquista, a uma consolidação eficaz. A consolidação gera filhos para Deus e devolve a nossa paternidade (maternidade).</p>
<p align="center"><strong>Valorizando vidas para o crescimento do Reino</strong></p>
<p>Quando estamos caminhando na rota correta, entendemos que a consolidação é uma ferramenta importante para conservar o crescimento. Vemos tantos ministérios se debatendo sem êxito e sem resultado do seu investimento de tempo, dom, finanças, amor, etc. Por quê? Porque faltou essa base prioritária. Sem a consolidação as portas do fundo continuam abertas e quando chegam os novos, escapam. Vamos fechar as portas do fundo! A nossa chamada é que façamos o que o nosso PAI (Jesus) nos ensina: valorizar as vidas; investir incansavelmente; fazer de cada discípulo um filho.</p>
<p>Espero que a sua vida seja impactada e, muito mais que isso, que haja transformação. Que o Senhor lhe use como essa ferramenta maravilhosa, para fazer uma grande pescaria sem desperdício das vidas que Ele quer nos entregar. Juntos veremos de casa em casa o crescimento do Reino e a salvação do nosso povo.                                                                       <strong>                                            </strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PARA MEDITAR</title>
		<link>http://www.faculdadeteologica.com.br/para-meditar-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 12:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Faculdade Teologica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em Jesus recebemos a libertação dos nossos pecados. Pela renúncia e quebra de vínculos, desfazemos as amarrações com o mundo espiritual maligno.
Apesar de entender que esses fatos são tremendos e maravilhosos, notamos que são muitos os que acreditaram nestas direções da Palavra de Deus e as estabeleceram em suas vidas e que ainda, continuam com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong></strong></p>
<p>Em Jesus recebemos a libertação dos nossos pecados. Pela renúncia e quebra de vínculos, desfazemos as amarrações com o mundo espiritual maligno.</p>
<p>Apesar de entender que esses fatos são tremendos e maravilhosos, notamos que são muitos os que acreditaram nestas direções da Palavra de Deus e as estabeleceram em suas vidas e que ainda, continuam com uma vida escrava.</p>
<p>Por que isso ocorre? Neste questionamento, nos deparamos com os registros de memória. Não só de traumas, mas de costumes, tradições e experiências. Não podemos apenas romper com as trevas verbalmente. É tempo de entender que absolutos humanistas continuam no coração do cristão, controlando e estabelecendo uma vida distante do sobrenatural, ou seja, distante de princípios bíblicos, que quando estabelecidos fazem com que a terra e céu se movam.</p>
<p>Mas Deus quer curar a nossa alma! Quer a nossa mente livre e verdadeiramente renovada! E, como agentes de transformação, temos de travar uma grande guerra contra os argumentos que querem nos manter em &#8220;pequenos barcos&#8221;.</p>
<p>Podemos romper limites, vivenciando cada verdade da Palavra, pois há fundamentos sob todas as coisas. A carta à Igreja aos Coríntios nos ensina que há diversas vozes sobre a Terra e nenhuma sem efeito.</p>
<p>Dessa forma, nossas ações, comportamentos e pensamentos ou são estabelecidos a partir de fundamentação bíblica ou de influências do conhecimento humano.</p>
<p>Somente com a vida regrada na Palavra de Deus é que teremos a real possibilidade de viver em liberdade, de rever conceitos, valores, objetivos e limites. Muitas pessoas têm se alegrado com a salvação em Jesus, e isso é tremendo. Porém, muitas dessas pessoas não têm conseguido viver intensamente esta realidade. Existem limites que as impedem de romper as estruturas naturais em busca do sobrenatural de Deus para suas vidas.</p>
<p>O ventre em que fomos concebidos, as experiências boas ou ruins que vivenciamos podem estar nos limitando, nos fazendo cantar e vibrar com palavras de vitórias e transformação, entretanto, podem não passar de experiências religiosas que logo cairão no esquecimento.</p>
<p>Devemos, então, crer na orientação da Palavra que é a realidade da vida em liberdade. É preciso romper os limites que a vida nos impõe. Não estamos mais falando de perdão de pecados, nem de destruir laços de iniqüidade, mas de andar no sobrenatural de Deus, agindo como novas criaturas, pessoas que andam e vivem pela Palavra. Concluindo, é preciso discernir &#8220;os tempos&#8221;. Vivemos em um momento de grande conflito espiritual entre os que sob revelação buscam a excelência que estava sobre Daniel, Moisés, José, entre outros,  entendem que a ação não sucede a revelação.</p>
<p>Vivamos a &#8220;Liberdade dos Filhos&#8221;. Jesus já abriu a porta das cadeias e venceu a morte e o pecado. Ele nos concedeu a autoridade para quebrar laços, pois é tempo de sair das nossas prisões. As portas já estão abertas. Nos resta escolher entre permanecer sob a letargia dos últimos tempos, esperando o maná cair do céu, desejando, por vezes, mais a morte (para a glória&#8230;) do que a vida (lutar o bom combate) ou, ainda com toda nossa força, alma e entendimento, desbravar um caminho. Remindo tudo o que antes foi preso em masmorras e, proporcionando aos que estão conosco e à geração  que se levanta, uma perspectiva e  posição privilegiada a fim de avançarmos na implantação do Reino de Deus sobre a Terra.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Em busca do Reino de Deus</title>
		<link>http://www.faculdadeteologica.com.br/em-busca-do-reino-de-deus-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 12:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Faculdade Teologica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>

		<category><![CDATA[Reino de Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

I. O que fazer para agradar a Deus?
Atos de fé - desejar servir a Deus - II Crônicas 7: 14,15
Atos de sabedoria - reagir com mansidão - Atos 16: 25-35
Atos de obediência - recusar o mal - Deuteronômio 28: 1-14

 
 

II. Como as ações de fé, sabedoria e obediência frutificam na sua vida?
Amor

*Deus favorece sem merecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"> </p>
<ul>
<li>I. O que fazer para agradar a Deus?</li>
<li>Atos de fé - desejar servir a Deus - II Crônicas 7: 14,15</li>
<li>Atos de sabedoria - reagir com mansidão - Atos 16: 25-35</li>
<li>Atos de obediência - recusar o mal - Deuteronômio 28: 1-14</li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<ul>
<li>II. Como as ações de fé, sabedoria e obediência frutificam na sua vida?</li>
<li>Amor</li>
</ul>
<p>*Deus favorece sem merecimento - João 14: 1,2</p>
<p>*Deus derrama liberalmente - João 14: 12</p>
<ul>
<li>Paz</li>
</ul>
<p>*Excede todo o entendimento humano - João 14: 26</p>
<p>*Deus concede aos que são seus - João 14: 27</p>
<ul>
<li>Prosperidade</li>
</ul>
<p>*Boa saúde, sucesso financeiro e salvação da família - João 14: 27</p>
<p>*Deus estabeleceu o Reino, firmou o Pacto de Sangue - João 14: 6,7</p>
<p> </p>
<p> </p>
<ul>
<li>III. O que Deus espera em troca?</li>
</ul>
<p>*Romanos 10: 8-17</p>
<ul>
<li>Gratidão por ter sido livrado da morte e ter ganhado a vida;</li>
<li>Reciprocidade pelo amor de Deus amando os irmãos;</li>
<li>Intimidade crescente através de estudo da Palavra de Deus, oração e jejum;</li>
<li>Compromisso com a congregação e com o serviço para Deus.</li>
</ul>
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		<title>CRESÇA ATRAVÉS DOS SETENTA DIAS DE JEJUM</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 11:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Faculdade Teologica</dc:creator>
		
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Você sabe qual é o valor do jejum na espiritualidade cristã? O jejum é difícil para quem não compreende o seu significado. Quem não entende direito as circunstâncias e os propósitos do jejum tem enorme dificuldade de praticá-lo. Via de regra, tal pessoa sente muita fome e não tira os olhos do relógio, a fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong></p>
<p>Você sabe qual é o valor do jejum na espiritualidade cristã? O jejum é difícil para quem não compreende o seu significado. Quem não entende direito as circunstâncias e os propósitos do jejum tem enorme dificuldade de praticá-lo. Via de regra, tal pessoa sente muita fome e não tira os olhos do relógio, a fim de ver quanto falta para terminar seu martírio. Será que alguém pode crescer espiritualmente e agradar ao Senhor com esse tipo de jejum? A Bíblia explica muito bem qual é a forma correta e a errada de jejuar. As Sagradas Escrituras ensinam que o jejum é uma prática muito valiosa para a espiritualidade cristã. Mas existe uma forma correta e uma errada de jejuar. Por isso, esse exercício de abstinência pode não ter nenhum valor se estiver fora dos padrões divinos (Isaías 58). Tem gente que acha que o jejum é uma forma de obrigar Deus atender aos seus pedidos, mas &#8230; Os textos sagrados deixam claro que o Senhor não comercializa suas bênçãos. É inútil usar qualquer artimanha contra o Senhor para convencê-lo a satisfazer nossas vontades. O Pai Celeste não se relaciona com seus filhos através de negociatas (Isaías 58.3 e Mateus 6.7,8). Tem gente que pensa que jejuar é martirizar-se para agradar a Deus, mas&#8230; Deus é um pai amoroso. Ele não deseja nenhuma espécie de prática que cause martírio a Seus filhos para alegrar-se na vida deles (Isaías 58.5). Tem gente que acredita que o jejum, em sim mesmo, é purificador, mas&#8230; A crença de que o jejum tem poder de tirar as culpas de seu praticante é falsa. Sem arrependimento e mudança de atitude ninguém é aceito perante a face de Deus. Por essa razão, o Senhor condena o religioso que lhe oferece sacrifícios de jejum enquanto sua vida está cheia de pecados (Isaías 58.1-3). Tem gente que jejua só para ter aparência de grande espiritualidade, mas&#8230; O Senhor rejeita veementemente qualquer coisa que se origine da vaidade humana. Quem jejua para ser superior aos outros pode até iludir a todos com sua máscara de devoto, porém não consegue ocultar de Deus esse grave pecado secreto (Isaías 58.4 e Mateus 6.16-18). Se o jejum não é um jeito de obrigar Deus a atender aos nossos pedidos; não serve como martírio para agradar a Deus; não é poderoso, em si mesmo, para remoção de pecados; e nem pode exibir aos outros o quanto somos espirituais&#8230; então, para que serve o jejum? O jejum é o gesto através do qual o homem declara sua completa dependência de Deus. Ao se consagrar, em jejum, Cristo não se absteve apenas do alimento físico para buscar a face de Deus. Ele foi além: rejeitou a glória humana, as riquezas materiais e o poder mundano que lhe foram ofertados. Essa atitude expressa que não há nada em todo o Universo que possa nos satisfazer, a não ser a comunhão íntima com o Pai (Mateus 4.1-11). O verdadeiro jejum é uma atitude espiritual e, não, propriamente física. Apenas deixar de comer não é jejum espiritual. Em nada adianta abster-se das refeições e, por exemplo, assistir à televisão. Nesse caso, o corpo fica sem comida enquanto o espírito é contaminado pelo alimento do mundo. O jejum bíblico é uma prática espiritual em que a pessoa se afasta de tudo, o máximo que pode, para consagrar sua vida inteiramente ao Senhor (Salmos 35.13 e 69.10). Através do jejum, o crente pode ouvir a voz de Deus e conhecer a Sua vontade. Quando alguém se afasta das coisas do mundo e busca ao Senhor em jejum, distancia-se das influências que recebe no cotidiano. A oração e a leitura bíblica são práticas indispensáveis durante esse período de consagração, pois permitem que o crente estabeleça um diálogo com o Pai. Assim, silenciado para tudo e numa conversa íntima com Deus, o homem pode abrir seu interior e receber as palavras divinas necessárias para direcionar seu caminho (Atos 13.1-3). O jejum é uma forma de expressão de arrependimento sincero perante Deus. Embora o jejum, em si mesmo, não purifique das transgressões, ele pode ser um gesto conveniente para demonstrar forte arrependimento por causa de um pecado. Em tal situação o homem se humilha perante o Altíssimo e expõe toda a sua fragilidade e fraqueza, suplicando perdão e auxílio divino para romper a cadeia maligna que o domina (Neemias 1.4-7). O jejum é um meio pelo qual as ansiedades e carências são entregues à Deus. O cristão, no jejum, expõe sua insuficiência para encarar os desafios da vida. Ao fazer isso ele entrega nas mãos do Todo Poderoso os seus problemas e aflições, permitindo que Deus tome conta de tudo e faça o melhor (II Crônicas 20.1-30). Isso quer dizer que o jejum é um gesto em que declaramos nossa inteira dependência de Deus; é verdadeiro somente como atitude espiritual e, não, física; é um tempo íntimo com o Pai Celeste em que Ele nos revela Sua vontade; é uma maneira de expressarmos nosso arrependimento sincero perante Deus; é uma forma de demonstrarmos nossa total confiança no Senhor. Agora que você já sabe&#8230; cremos que você tem mais convicção e certeza de que, nesses setenta dias de jejum e oração, grandes coisas o Senhor fará na sua vida e em Lagoinha.</p>
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		<title>DA BRIGA AO BEIJO</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 11:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Faculdade Teologica</dc:creator>
		
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A distância entre a briga e o beijo é histórica e experimentalmente longa, mas precisa ser percorrida - antes que nos engalfinhemos numa luta inglória, antes que muitos cristãos se convertam aos sem-religião -, pois as divisões internas do cristianismo são um dos fatores de crescimento dos crentes que rompem com a igreja visível. Nenhuma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong></strong></p>
<p>A distância entre a briga e o beijo é histórica e experimentalmente longa, mas precisa ser percorrida - antes que nos engalfinhemos numa luta inglória, antes que muitos cristãos se convertam aos sem-religião -, pois as divisões internas do cristianismo são um dos fatores de crescimento dos crentes que rompem com a igreja visível. Nenhuma das igrejas do Novo Testamento foi tão problemática quanto à Igreja fundada por Paulo na populosa, cosmopolita e corrompida cidade de Corinto, ao sul da Grécia, por ocasião de sua segunda viagem missionária lá pelo ano 50. O maior problema dos cristãos coríntios era na área das relações humanas. Eles eram por demais briguentos. Para corrigir esta persistente distorção, do comportamento cristão, Paulo escreve duas cartas pastorais aos coríntios. O assunto de que o apóstolo mais se ocupa é a questão das brigas internas e o vocabulário que ele usa é abundante. Os crentes daquela cidade deveriam acabar com a animosidade, a arrogância, a ciumeira, as calúnias, as contendas, as demandas, as desordens, as detrações, as divisões, o egoísmo, os falatórios, as insolências, os insultos, as intrigas, a inveja, a ira, a maledicência, a murmuração, o ódio, o orgulho, a porfia, a rivalidade, e os tumultos (I Co 1.10-11; 3.3; 6.7; 11.18; 12.25; II Co 12.20; 13.11). Havia quatro denominações (facções) diferentes dentro da mesma igreja - a igreja de Paulo, a igreja de Apolo, a igreja de Cefas e a Igreja de Cristo (I Co 1.11-12). Certamente os cristenses eram mais santos e ortodoxos que os paulinos, os apolíneos e os cefenses, como geralmente acontece quando a uma nova igreja dá-se o solene nome do Salvador. A guerra interna não era interrompida nem durante a celebração da Ceia do Senhor (I Co 11.17-22). Apesar da extensão e da complexidade do problema, Paulo se lança na arena com a firme disposição de ajuda-los a sair da briga para o beijo. O apóstolo encoraja-os a abrirem mão das divisões e a serem &#8220;inteiramente unidos&#8221; (I Co 1.10). Descreve a unidade orgânica da Igreja, segundo a qual, mesmo sendo muitos e variados os membros do corpo, ele é um só (I Co 12.12-31). E ainda escreve a mais bela peça sobre o amor jamais escrita: o amor é &#8220;um caminho que ultrapassa a todos&#8221;, é o sentimento que &#8220;tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta&#8221;, é a maior das três virtudes teologais (I Co 13.13). Depois de todas essas argumentações, depois de todas essas exortações, depois de todas essas pastorais, Paulo termina as duas epístolas como uma ordem <em>sui generis</em>, que pressupõe o reinado do amor entre os coríntios: &#8220;Saúdem uns aos outros com o beijo santo&#8221;, ou como diz a nova tradução na Linguagem de Hoje: &#8220;Cumprimentem uns aos outros com um beijo de irmão&#8221; (II Co 13.12). Essa não é a única vez em que se fala de beijo depois da briga ou no lugar da briga. O famoso &#8220;Salmo segundo, citado por Paulo em seu discurso em Antioquia da Pisídia (At 13.33); mostra as autoridades da terra se amotinando e conspirando todas juntas contra o Senhor e contra seu Ungido, na esperança de romper os seus laços e despedaçar as suas algemas. Todavia, elas são convidadas a ser prudentes, a deixar-se advertir, a adorar o Senhor e a beijar o Filho, ou os seus pés (Sl 2.12), como fez a pecadora arrependida em casa de Simão, o fariseu (Lc 7.38). No lugar da inútil rebelião, o beijo da conciliação e da consideração seria muito mais acertado. Em qualquer circunstância e em qualquer tempo!</p>
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		<title>ATÉ QUANDO?</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 11:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Faculdade Teologica</dc:creator>
		
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A pergunta que todos fazem em todos e em todos os lugares
Muitas vezes você já se perguntou, você já perguntou aos outros, você já perguntou a Deus: &#8220;Até quando?&#8221; Você não está sozinho. Todos fazem a mesma pergunta. Principalmente em tempos de confusão mental, de mudanças, de escândalos, de corrupção desmedida, de guerras, de sofrimento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong></strong></p>
<h3>A pergunta que todos fazem em todos e em todos os lugares</h3>
<p>Muitas vezes você já se perguntou, você já perguntou aos outros<em>, </em>você já perguntou a Deus: <em>&#8220;Até quando?&#8221;</em> Você não está sozinho. Todos fazem a mesma pergunta. Principalmente em tempos de confusão mental, de mudanças, de escândalos, de corrupção desmedida, de guerras, de sofrimento, de angústia e de doença e morte. Ainda que tênue, essa é uma forma de desabafo. Essa pergunta nervosa aparece com freqüência na boca do salmista, na boca dos profetas, na boca dos mártires, até mesmo na boca de Jesus e também em sua boca. <em>Na boca do salmista</em>: &#8220;Javé,<em> até quando </em>me esquecerás? Para sempre? <em>Até quando </em>esconderás de mim a tua face? <em>Até quando </em>terei sofrimento dentro de mim e tristeza no coração, dia e noite? <em>Até quando </em>meu inimigo vai triunfar?&#8221; (Sl 13.1-2). <em>Na boca de Jeremias</em> <em>&#8220;Até quando </em>o país ficará de luto, e estará seco tudo o que era verde nos campos?&#8221; (Jr 12.14). <em>Na boca de Habacuque</em>: &#8220;Ó Senhor Deus, <em> até quando </em>clamarei pedindo ajuda, e tu não me atenderás?&#8221; (Hc 1.2). <em>Na boca dos mártires</em>, aqueles que são torturados e imolados por causa da Palavra de Deus e por causa do testemunho que dela têm dado: &#8220;Senhor santo e verdadeiro, <em>até quando </em>tardarás em fazer justiça, vingando o nosso  sangue contra os habitantes da terra?&#8221; (Ap 6.10). <em>Na boca do próprio Jesus,</em> por causa das pessoas interesseiras, hipócritas, incrédulas e instável que o rodeavam: &#8220;Ó geração incrédula, <em>até quando </em>estarei com vocês? <em>Até quando </em>terei que suportá-los? (Mc 9.19). <em>Em sua boca:</em> <em>Até quando </em>vou continuar desempregado? <em>Até quando </em>permanecerei solteira? <em>Até quando </em>vamos viver em atrito, eu e minha mulher? <em>Até quando </em>meu marido vai me trair? <em>Até quando </em>minha mulher fará cenas de ciúme em público? <em>Até quando </em>serei um alcoólatra? <em>Até quando </em>meu filho será um dependente de droga? <em>Até quando </em> vou morar neste buraco? <em>Até quando </em>vou continuar endividado? <em>Até quando </em>haverá injustiça, opressão, fome e guerra? <em>Até quando</em> meu marido estará em coma? Na ânsia de buscar uma resposta para sua dor, você chega a mencionar algum período de tempo, do menor aos maiores. Ate quando? Só durante esta noite? Por alguns dias? Por alguns meses? Por alguns anos? Por muito tempo? Para sempre? Em quase todos os casos, não há resposta à pergunta. Você só a faz porque não sabe quanto tempo o problema durará. Em alguns casos demora muito. Em outros, &#8220;o choro pode persistir uma noite, mas de manhã irrompe a alegria&#8221; (Sl 30.5). Só Deus tem a resposta exata. Mas Ele não tem o hábito de responder a essa oração do modo como a fazemos. Ele nos deixa &#8220;em suspense&#8221; quanto ao tempo, mas tenta convencer-nos de que as rédeas de tudo o que acontece continua em suas mãos. Num ato de fé e de confiança na sabedoria, na soberania e no amor de Deus, isso deveria bastar para você. Certamente, por trás da freqüente pergunta &#8220;até quando?&#8221;, há uma queixa, às vezes contra a situação, outras, contra o próprio Deus. Dentro de certos limites, isso não constituiu pecado, principalmente por causa da misericórdia divina.</p>
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